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Farioli: “Golos anulados podiam ter sido um ponto de viragem, mas…”

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Jogo em que o FC Porto teve domínio absoluto, um jogo muito completo, concorda? “Sim. A análise é essa. Tivemos muitas oportunidades e tivemos paciência na primeira parte, enquanto o Arouca estava muito organizado. Demorámos algum tempo a encontrar o ritmo de que precisávamos, mas tivemos bons momentos e boas oportunidades na segunda parte. Antes do golo do Gabri, tentámos de tudo, tivemos o[s] golo[s] anulado[s] e isso podia ter sido um ponto de viragem, mas a equipa mostrou maturidade e foi um resultado muito importante. Grande vitória à frente dos nossos adeptos, que mais uma vez, nos deram um boost.”

Os adeptos às vezes queixam-se de uma equipa demasiado pragmática. Hoje não se viu isso? “As equipas estão a mostrar muito respeito por nós. Tivemos um adversário muito organizado, que não concedeu praticamente nada. Habitualmente, o Arouca vai pressionar com um nível de agressividade elevado, mas hoje baixaram o bloco. Tínhamos duas opções: uma era ficar abrir o jogo e deixar de controlar certas coisas; a outra era esperar pelo momento certo para marcar. Penso que tivemos maturidade e paciência esta noite. somos uma equipa que marcou cinco golos e concedeu zero. Os resultados deram-nos muito: conseguimos os três pontos e sair em frente.”

Viu na outra baliza um guarda-redes em modo parede. O que passa pela cabeça do treinador? “Tenho de o elogiar. Nós esperámos pelo momento certo. Houve muitas bolas defendidas, mas, ataque após ataque, fomos procurando a situação certa para marcar.”

O que se passou com Bednarek? “Bednarek tem um desconforto num gémeo e temos de avaliar.”

Não quer comparar épocas, mas são três jogos sem golos sofridos e nove pontos. É semelhante ao ano passado. Dá confiança? “Sim, mas ainda estamos só no início. Vamos enfrentar muitos desafios pela frente. É importante começar com esta série de vitórias. Todos os jogos são muito complicados e é importante ser consistente e sólido, ter o espírito que tivemos esta noite e o desejo de fazer mais. E os adeptos estão connosco em cada bola que roubamos, em cada bola que tentamos marcar. Vê-se o espírito do Dragão. É uma vitória transparente do espírito da equipa e do clube.”

William Gomes lembra Mora e atira: “Sabíamos que o golo ia aparecer”

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Análise: “Acho que fizemos um bom jogo, criámos muitas oportunidades, foi um dos jogos em que criámos mais. Estava a faltar o golinho, mas estávamos fortes e sabíamos que ia sair. Trabalhámos muito durante a semana e, graças a Deus, deu e o Pepê com uma assistência e o Gabri a marcar”

Ter Arruabarrena numa forma assim não abalou as esperanças do ataque? “É o que acabei de falar, queríamos muito e sabíamos que a bola ia entrar. Quanto mais chances tínhamos, mais oportunidade de marcar íamos ter.”

Houve alerta pela forma anterior do Arouca? “Sabíamos da qualidade deles, é uma boa equipa, deu-nos um jogo duro no ano passado. Trabalhámos bem durante a semana e conseguimos a vitória.”

Equipa tem lição estudada do ano passado? “Sim, mas é um novo campeonato, tudo o que fizemos ficou para trás, estamos a escrever um novo livro, uma nova história e queremos ser campeões novamente.”

Quer deixar uma mensagem a Rodrigo Mora? “Eu acho que o Rodrigo foi um bom companheiro, ajudou muito na minha chegada, é um dos meus melhores amigos no plantel e desejo-lhe muita sorte, porque qualidade ele tem.”

Javi Sánchez: “Jogo muito sólido, mas faltou a nossa essência”

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Mais posse para impor o jogo: “Acho que trabalhámos muito bem o jogo durante a semana. Estivemos muito sólidos atrás, muito compactos, mas acho que nos faltou a nossa essência. No final, somos uma equipa que se caracteriza pela bola, por ter posse e também por fazer transições. Hoje faltou-nos um pouco mais de posse de bola e de nos instalarmos no campo do adversário.”

Respeito pelo campeão: “Tentámos ter a bola. Não ficamos desconfortáveis sem ela, mas é verdade que nos caracterizamos por ter a posse, ser dominadores e protagonistas. Sabíamos que vínhamos jogar com o campeão. O Dragão é um campo muito forte e é normal que também tenham a bola e que tenhamos de esperar um pouco mais atrás.”

Seis pontos em três jogos: “Somos ambiciosos e começámos muito bem. Hoje era normal, porque vínhamos a um campo muito complicado. Queríamos tentar manter a baliza a zero, porque isso significa que estamos mais perto da vitória ou de somar pontos. Não foi assim, mas estamos contentes porque a equipa deu tudo, deixou tudo em campo. Estou orgulhoso da equipa e agora é pensar na próxima jornada.”

Arruabarrena significa segurança na baliza: “O Nacho é fundamental para nós, dentro e fora do campo. Quando tem de estar, está, e salva-nos de vez em quando. Acho que muitas vezes essa é a sua função. Confiamos muito nele e estamos contentes por o ter, assim como a todos os companheiros.”

Palmeiras, de Abel Ferreira, volta às vitórias. Luís Castro aumenta crise

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Em São Paulo, o argentino José López (47 e 89 minutos), mais conhecido por Flaco, Vitor Roque (51), de penálti, aos 51, e o paraguaio Maurício (56) asseguraram a 15.ª vitória do ‘verdão’, que vinha de uma vitória nas quatro rondas anteriores, incluindo um empate e uma derrota nas últimas duas.

O Vasco da Gama reduziu pelo suplente argentino Facundo Colidio (90+4 minutos), mas continua sem vencer na competição com Pedro Emanuel.

O Palmeiras contabiliza 51 pontos, contra 45 do campeão brasileiro e sul-americano Flamengo (menos um jogo), segundo classificado e orientado por Leonardo Jardim, que perdeu fora no sábado com o Cruzeiro (2-1), de Artur Jorge, ao sofrer o golo da reviravolta já em tempo de compensação.

Em zona de descida segue o Vasco da Gama, que utilizou Nuno Moreira na segunda parte e não ganha há oito jornadas, sendo 19.º e penúltimo (menos uma partida), com 22 pontos, a três dos lugares de permanência.

O Grêmio, de Luís Castro, sofreu a 10.ª derrota, e segunda consecutiva, ao perder fora com o Bragantino (1-0), num embate sentenciado por Gustavo Marques, ex-defesa central de Torreense e Benfica B, aos 90+5 minutos.

A equipa de Porto Alegre está na 15.ª posição (menos um encontro) e tem 25 pontos, a 10 do Bragantino, sétimo e também com um jogo em atraso.

Estrela da Amadora concretiza venda da SAD a estrelas do futebol mundial

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O acordo, já consumado e confirmado à Lusa por fonte oficial do conjunto ‘tricolor’, será anunciada nos próximos dias, após semanas de negociações, e envolve uma transação a rondar os 40 milhões de euros.

O negócio envolve a aquisição do capital social da Sociedade Anónima Desportiva (SAD) do Estrela da Amadora por um grupo de investidores de origem germânica cujo nome não é ainda do conhecimento público e do qual se inserem os futebolistas Thomas Muller e Yann Sommer, ainda em atividade, e Mats Hummels, já retirado, e prevê a incorporação de Johannes Mosmang como presidente da SAD amadorense.

O empresário alemão e antigo futebolista de 35 anos ocupará o cargo ocupado pelo até então presidente e principal acionista da administração, Paulo Lopo, que deixará o comando da SAD e também a liderança dos órgãos sociais do clube da Reboleira.

Herói da final do Mundial2026 salva PSG de arranque em falso na Ligue 1

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Num jogo transferido da capital de França para a maior cidade da região da Bretanha, devido ao mau estado do relvado do Parque dos Príncipes, o polaco Sebastian Szymanski (nove minutos) e Esteban Lepaul (38) adiantaram os anfitriões, mas os visitantes responderam na meia hora final.

No primeiro duelo desde a saída do bicampeão espanhol FC Barcelona, o reforço Ferran Torres entrou ao intervalo e ‘bisou’ (71 e 82 minutos), sempre a passe do compatriota e também suplente Fabián Ruiz, sem evitar que o PSG falhasse a vitória na ronda inaugural três temporadas depois.

Ferran não competia desde 19 de julho, quando saiu do banco para marcar no prolongamento o único golo da final do Mundial2026, conquistada pela campeã europeia Espanha frente à bicampeã sul-americana Argentina (1-0), então detentora do troféu, em East Rutherford, nos Estados Unidos.

Os portugueses Vitinha e João Neves alinharam de início pelo Paris Saint-Germain, mas já não estavam em campo quando Ferran Torres ‘bisou’.

O também luso Nuno Mendes esteve ausente das opções dos bicampeões europeus, ao cumprir a primeira de três partidas de suspensão, após a expulsão na Supertaça francesa, perdida frente ao anfitrião Lens (1-0).

Proveniente do Benfica, o português Gonçalo Oliveira não foi utilizado pelo Rennes, que, a exemplo do PSG e de mais seis equipas, soma um ponto, contra três de Marselha, Lens, Lille, Lyon, do treinador luso Paulo Fonseca, e Mónaco, o quinteto vitorioso na abertura da 89.ª edição do campeonato.

Nos duelos de hoje, o Lille ganhou em Angers (2-0), com golos do capitão Olivier Giroud (11 minutos) e do defesa direito português Tiago Santos (31), que voltou a marcar ao serviço dos ‘dogues’ pouco mais de dois anos depois.

O compatriota Félix Correia foi lançado na segunda parte pelo Lille, que se estreou sob orientação do italiano Davide Ancelotti, filho de Carlo Ancelotti, atual selecionador do Brasil, num encontro em que o guarda-redes luso Anthony Lopes, contratado ao despromovido Nantes, foi titular pelo Angers.

Contratado aos belgas do Cercle Brugge, o português Flávio Nazinho também sobressaiu na vitória fora do Mónaco sobre o Le Havre (1-0), ao servir o golo do inglês Eric Dier (14 minutos), ex-defesa central do Sporting.

Colômbia. Camisolas do FC Porto vão a leilão para apoiar vítimas de sismo

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Os jogadores portistas entraram em campo para o encontro da terceira jornada da I Liga portuguesa de futebol com uma camisola amarela da coleção “FC Porto All Around”, dedicada à Colômbia e escolhida para prestar uma homenagem simbólica às comunidades afetadas pelo abalo.

As peças usadas no encontro serão assinadas por todo o plantel e posteriormente leiloadas pela Fundação Luis Díaz, anunciou o clube, sem adiantar a data nem os moldes da venda.

A ação solidária envolve também a Fundação FC Porto e surge na sequência do sismo de magnitude 7,4, cujo epicentro se localizou nas proximidades de San José del Palmar, no departamento colombiano de Chocó.

A ligação entre as duas instituições tem como figura central o internacional colombiano Luis Díaz, que representou o FC Porto entre 2019 e 2022, antes de prosseguir a carreira no futebol inglês.

Criada em 2019, a fundação do antigo futebolista dos ‘dragões’ desenvolve projetos nas áreas do desporto e da educação, dirigidos sobretudo a crianças e jovens em situação de vulnerabilidade.

Polémica, golos anulados e emoção. FC Porto bate Arouca e agarra trono

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O FC Porto assumiu a liderança isolada do campeonato português, depois de ter vencido, na noite deste domingo, na receção ao Arouca, por 2-0, num jogo que foi válido para a terceira jornada da I Liga.

Depois de 45 minutos sem golos no Estádio do Dragão, e com dois golos anulados pelo meio e alguma polémica, Gabri Veiga e Borja Sainz marcaram os golos dos dragões nesta partida.

A vitória deixa o FC Porto no topo da classificação, com uma vantagem de dois pontos sobre o rival Sporting, o Santa Clara e o Marítimo.

Filme do jogo:

Naquele que foi o primeiro jogo do FC Porto já sem Rodrigo Mora na ficha de jogo, ele que entretanto foi transferido para os italianos da AS Roma, Francesco Farioli operou algumas mexidas na equipa titular. Em relação ao onze inicial que arrancou a partida da última ronda em casa do Rio Ave, o treinador italiano fez entrar Alberto Costa e André Silva que entraram para os lugares que foram, em Vila do Conde, de Nehuén Pérez e Deniz Gul.

Apesar das mexidas, o conjunto da casa não baixou o ritmo que tem vindo a demonstrar neste início de época. O FC Porto esteve mais perigoso e ativo na primeira metade e só não foi para o intervalo a vencer por uma questão de azar na hora de finalizar, como foi o caso do lance com William Gomes na reta final da primeira metade. Mas já vamos lá.

A turma da casa começou a todo o gás e criou perigo logo aos seis minutos. Na sequência de um mau passe por parte de Fukui, Pepê seguiu com a bola até praticamente a linha final, contornar o guarda-redes adversário, mas viu um defesa do Arouca cortar-lhe o caminho para a baliza. Mais tarde, aos 18 minutos, William Gomes cruzou rasteiro para as mãos do guardião arouquense.

Em cima da meia hora, Ignacio de Arruabarrena voltou a estar em plano de evidência. Gabri Veiga rematou com o pé direito de fora da área e viu o uruguaio defender o esférico pela linha de fundo. Pouco depois dos 30 minutos, o FC Porto dispôs da melhor ocasião da etapa inicial. William Gomes roubou a bola a Fontán, ficou isolado perante Arruabarrena, mas perdeu o duelo com o guarda-redes do Arouca, que fez bem a mancha.

O ritmo do encontro baixou com o aproximar do intervalo, e o Arouca, que não se mostrava nada a nível ofensivo, tentou a sua sorte através de Barbero, mas o avançado espanhol cabeceou fraco para defesa fácil de Diogo Costa.

Polémica a abrir a segunda parte… e golos em espanhol

Se a primeira parte tinha terminado com um ritmo de jogo baixo, o FC Porto fez questão de acelerar os processos no arranque da etapa complementar. Logo em cima do minuto 52, Alberto Costa colocou a bola no fundo das redes do Arouca na sequência de um pontapé de canto, mas o árbitro João Pinheiro anulou o lance por falta sobre o guarda-redes do Arouca.

O FC Porto pressionava e Farioli viu a sua equipa criar duas excelentes ocasiões no espaço de segundos. Primeiro, aos 55 minutos, Pepê cabeceou no interior da área e enviou a bola ao ferro. Logo de seguida, aos 57 minutos, Ignacio de Arruabarrena voltou a negar o golo a William Gomes, com uma enorme defesa.

Aos 59 minutos, existiu o momento de maior polémica da noite. Num remate de ressaca, à entrada da área, Jakub Kiwior atirou a contar, num lance em que Ignacio de Arruabarrena não ficou nada bem na fotografia. No entanto, o lance acabaria por ser anulado por um fora de jogo posicional de André Silva, que tapou a visão ao guardião do Arouca.

Costuma-se dizer que à terceira é que é de vez e foi isso mesmo que aconteceu. À terceira bola que entrou na baliza do Arouca, houve mesmo golo para o FC Porto. Na sequência de um contra-ataque que foi conduzido por William Gomes, o brasileiro deixou a bola em Gabri Veiga e o espanhol rematou rasteiro para o fundo das redes. Arruabarrena voltou a pecar na hora de defender, uma vez que a bola passou no meio das pernas do uruguaio. E o 2-0 não surgiu logo de seguida através de Froholdt, uma vez que Arruabarrena, que tinha ficado mal no lance anterior, acabou com os intentos do dinamarquês (72′).

O Arouca reagiu ao minuto 80. Depois de um lance em que Diogo Costa quase oferecia o golo aos arouquenses, o guarda-redes do FC Porto redimiu-se e socou para longe um cruzamento de Pedro Santos que levava muito perigo à baliza. Quem acabou por fechar a vitória com chave de ouro foi o FC Porto. Depois de ter travado um remate anterior de Borja Sainz com uma grande mancha, Arruabarrena não travou o desvio à boca da baliza do extremo do FC Porto, que marcou pela segunda jornada seguida.

O FC Porto, que soma agora três triunfos, seis golos marcados e zero sofridos, totaliza nove pontos, contra sete de Sporting, Santa Clara e Marítimo, enquanto o Arouca caiu para quinto, mantendo-se com seis.

Momento do jogo: O golo marcado por Gabri Veiga acabou por lançar o FC Porto numa vitória justa no Dragão.

Vendaval do AC Milan termina em estreia em grande para Ruben Amorim

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Existiram muitos motivos para sorrir na estreia de Ruben Amorim em Itália. Naquele que foi o primeiro jogo do treinador português no comando técnico do AC Milan, o conjunto de Milão venceu, na noite deste domingo, na visita ao Torino, por duas bolas a uma, num jogo que foi válido para a primeira jornada da Serie A.

Numa partida que teve lugar no Estádio Olímpico Gran Torino, na cidade de Turim, o avançado luso Gonçalo Ramos foi titular no primeiro onze inicial que foi desenhado por Ruben Amorim. Apesar dos três pontos terem caído para o lado do clube de Milão, a verdade é que o jogo não foi nada fácil para o conjunto rossonero.

O AC Milan começou melhor e a pressionar alto, mas sem conseguir criar grande perigo junto da baliza do Torino, que até é orientado por uma antiga lenda dos rossoneri: o italiano Ignazio Abate.

Na primeira metade, destaque para, em cima do minuto 30, uma enorme defesa de Diego Mascardi. Chukwueze entra na área, tirou Comuzzo do caminho com um grande gesto técnico e rematou para boa defesa do guardião do Torino. À beira do tempo de intervalo, Cissè tentou servir Loftus-Cheek, mas o médio do Torino Fitz-Jim veio de trás, deslizou e acabou com os intentos dos rossoneri.

Dois golos num ápice e fecho de jogo em sofrimento

O Torino entrou melhor no segundo tempo e Giovanni Simeone esteve muito perto de fazer o primeiro da noite. Fitz-Jim bateu o pontapé livre, Saúl Coco apareceu ao segundo poste para o desvio e Simeone, solto de marcação ao segundo poste, falhou o golo por centímetros.

Do outro lado, e aos 59 minutos, o árbitro da partida decidiu não marcar uma grande penalidade que foi pedida pelos jogadores do AC Milan. Estupiñan, aos 60′, teve um corte incrível que impediu o golo quase certo de Giovanni Simeone.

Um pouco contra a corrente do jogo, uma vez que o Torino tinha entrado melhor na etapa complementar, o AC Milan acabou por conseguir marcar dois golos no espaço de dois minutos. Primeiro, aos 64′, Rabiot tirou o cruzamento e o médio italiano Alphadjo Cissé, sem deixar que o defesa se aproxime, rematou com muita colocação para abrir a contagem.

Dois minutos mais tarde, aos 66 minutos, Chukwueze cruza com muita precisão para o segundo poste e o médio francês Rabiou finalizou com muita qualidade para ampliar as contas a favor da turma visitante.

O AC Milan adormeceu à sombra da bananeira e acabou por permitir o crescimento do Torino, que reduziu distâncias já perto do fim. Che Adams, de ângulo muito difícil, atirou para um golaço que fechou as contas aos 90+3′.

Ruben Amorim estreia-se, assim, com uma vitória ao serviço do emblema de Milão, que deixa os rossoneri no quarto lugar com três pontos, a par de mais seis equipas.

Aí está ele. Eis o primeiro golo da era Ruben Amorim no AC Milan

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Demorou, mas apareceu. Foram precisos 64 minutos para que o AC Milan marcasse, na noite deste domingo, o primeiro golo da era Ruben Amorim em Milão.

Num jogo que aparentava estar apertado para o clube do norte de Itália, eis que foi o jovem Alphadjo Cissé a salvar Ruben Amorim e apontar o primeiro tento da era do treinador luso nos rossoneri.

Rabiot tirou o cruzamento e o médio italiano, sem deixar que o defesa se aproxime, rematou com muita colocação para abrir a contagem.